Review: Teclado 60% Night Walker — Clanm

Atualizado em 2025-09-02

Visão geral

O que faz um 60% “sumir” da mesa e, ainda assim, aparecer nos holofotes? O Clanm Night Walker entrega esse paradoxo com elegância. Em um formato compacto, ele congrega desempenho, construção firme e um design que não compete com o setup — ele o completa. A pergunta que não quer calar: vale o investimento?

Em linhas gerais, o Night Walker reúne um conjunto sólido para quem busca portabilidade sem abrir mão de precisão. O layout 60% remove o bloco numérico e as setas dedicadas, mas mantém o essencial com o apoio de layers e atalhos. Gosta de espaço livre para o mouse? Este teclado abre esse espaço sem frescura. Queruma base estável para digitar rápido? Ele não vacila.

Pontos principais

  • Layout 60% enxuto, ideal para setups compactos e uso com mouse amplo.
  • Estrutura robusta com feeling estável e som moderado, equilibrado para uso no trabalho e jogos.
  • Conectividade versátil: USB-C com fio e opções sem fio (2,4 GHz e Bluetooth), permitindo alternar rapidamente entre dispositivos.
  • Bateria com boa autonomia, suficiente para dias de uso misto sem ansiedade de tomada.
  • Atalhos em layer e suporte a macros ajudam a compensar a ausência de teclas dedicadas.
  • Software simples, sem excesso de Firula, focado em personalização prática.

Design e ergonomia

Visual sóbrio, lines limpas, altura na medida. Nada de “festival de RGB” para distrair; a proposta é profissional. A textura da superfície evita deslizes e, ao mesmo tempo, não adere em excesso. O resultado é um toque firme, previsível e confortável para maratonas de digitação.

Pés: Reguláveis em dois níveis, com borracha macia que segura bem a mesa. Se a sua superfície for de vidro, vale umaMousepad. A base não “canta” e as sapatilhas entregam tração decente.

Perfil e altura: O ângulo natural de digitação favorece pulsos neutros, especialmente com uma inclinação leve. Se você digita com angulação mais aberta, combine com um apoio de pulso macio para conforto em sessões longas.

Conectividade e autonomia

A conectividade é lugar-comum de qualidade no 60%: USB-C com fio para latência mínima e trabalho pesado, 2,4 GHz sem fio para games moderados e Bluetooth para笔记本, tablet ou smartphone. Alternar entre fontes é rápido, sem kejela desnecessária. Em uso misto, o switch entre canais ocorre sem quedas e sem precisar reinstalar drivers.

  • Latência: Em fio, a resposta é praticamente instantânea. Em 2,4 GHz, a sensação é de agilidade suficiente para títulos competitivos, sem travas perceptíveis. Em Bluetooth, ajuste como backup de mobilidade — perfeito para produtividade e navegação.
  • Bateria: Para uso diário (6–8h), a carga rende com folga ao longo da semana. A recarga via USB-C é padrão e rápida, então ter um cabo por perto é suficiente.
  • Ativação e economia: Há ways para entrar em modo descanso e acordar com qualquer tecla, sem falsos toques em mochila ou bolsa.

Desempenho e usabilidade

O Night Walker respira estabilidade. Stabilizers vem pré-lubrificados, o que reduz atrito e chacoalhos indesejados. A resposta é linear, com “bottom-out” previsível e retorno consistente, ideal para quem digita por horas ou alterna com sessões de jogo.

  • Anti-ghosting/N-Key rollover: Chaveie sem medo de “perder” comandos em sequences rápidas. Mesmo emDigitação exigente, as consoantes marteladas não somem.
  • Drivers e software: Instalação simples, interface clara. Dá para mapear macros, ajustar layer e salvar perfis na própria memória do teclado. Se não quiser instalar nada, ele funciona “out of the box”.
  • Compatibilidade: Windows e macOS (comuto via software ou atalho), além de dispositivos móveis via Bluetooth. Trocar de OS é prático e não implica reconfigurar tudo a cada reboot.

Contras e limitações

  • Teclas dedicadas: A ausência de setas eblock numérico exige um período de adaptação. Por outro lado, os atalhos em layer compensam bem o trade-off de espaço.
  • Nível de ruído: Não é silencioso, e a construção rígida potencializa o “clack”. Se seu ambiente pede discrição, considere o uso de ring dampeners.
  • Macros complexas: O software atende muito bem quem quer o essencial. quem precisa de lógicas avançadas de automação pode sentir falta de recursos de alto nível.
  • Informação oficial: Detalhes como tipo de switches e mount não aparecem de forma consistente em todos os canais. Se isso pesa na sua decisão, valide diretamente com o fabricante.

Para quem é o Night Walker?

É um 60% equilibrado para quem valoriza espaço na mesa, robustez e portabilidade sem complicação. Se você trabalha com o mouse como protagonista, grava ou edita conteúdo e precisa de um teclado que some e não que “grite”, vai curtir.

Se você busca silêncio absoluto ou o “clack” symphonico, talvez o Night Walker não seja o extremo que você procura. Ainda assim, com alguns ajustes simples, ele atende muito bem a maioria dos cenários diários.

Prós e contras

Prós

  • Compacto, leve e bem construído.
  • Conectividade prática: fio, 2,4 GHz e Bluetooth.
  • Resposta estável e anti-ghosting confiável.
  • Atalhos e macros via software simples.
  • Autonomia suficiente para uso móvel sem drama.

Contras

  • Som audível, por conta da construção rígida.
  • Ausência de setas e numpad exige adaptação.
  • Detalhe técnico não uniformemente documentado (ex.: switches, mount).

Conclusão

O Clanm Night Walker não tenta ser o mais barulhento, nem o mais “tech”. Ele prefere o papel do coadjuvante perfeito: quando você precisa, ele entrega precisão, estabilidade e praticidade. O trade-off do 60% pesa no início, mas se adapta rápido. E, no fim, você ganha uma mesa mais limpa, movimentos mais amplos com o mouse e um teclado que simply works.

Veredito: Se você quer um 60% equilibrado, com conectividade decente e sem frescura, o Night Walker entrega. Se o silêncio extremo ou recursos avançados de automação são must-haves, vale considerar alternativas. Para a maioria dos usuários, no entanto, este é um dos modelos mais inteligentes do seu segmento.