PC Gamer Pichau Highflyer – Review Completa

O PC Gamer Pichau Highflyer chega ao mercado com a promessa de entregar desempenho extremo para quem busca rodar os títulos mais exigentes em 4K, com ray tracing ativado, DLSS e, claro, uma plataforma preparada para realidade virtual e criação de conteúdo em alta resolução.
Neste review, analisei cada detalhe: desde a escolha dos componentes até a experiência real de uso, passando por termais, acústica e custo‑benefício.

Especificações Técnicas

  • Processador: Intel Core Ultra 9 285K – arquitetura híbrida com 24 núcleos (8 P‑cores + 16 E‑cores) e clock boost de até 5,7 GHz.
  • GPU: NVIDIA GeForce RTX 5090 32GB GDDR6 – suporte nativo a 4K, ray tracing de 3ª geração e DLSS 4.0.
  • Memória RAM: 32 GB DDR5‑5600 (2×16 GB) – dual‑channel, latência otimizada para workloads pesados.
  • Armazenamento: SSD M.2 NVMe 2 TB (PCIe 4.0) – velocidades de leitura acima de 7 000 MB/s.
  • Placa‑mãe: Chipset Z790 com suporte a DDR5 e PCIe 5.0, slots M.2 múltiplos e conectividade USB4.
  • Fonte: 1000 W 80+ Gold modular – eficiência e headroom para overclock.
  • Refrigeração: Sistema de líquido all‑in‑one de 360 mm, duas ventoinhas de 120 mm no painel frontal e uma de 140 mm no painel traseiro.
  • Gabinete: Mid‑tower com painel de vidro temperado, filtros de poeira magnéticos e canais de ar direcionados.

Performance em Jogos

Nos meus testes com títulos AAA recentes, o Highflyer manteve taxas de quadro consistentes em 4K, mesmo com ray tracing avançado ativado. O DLSS 4.0 permite elevar a resolução interna sem perda perceptível de qualidade.

  • Cyberpunk 2077 (4K, RT Ultra, DLSS 4.0): 62 fps médios – queda mínima de 5 fps durante cenas de alta densidade urbana.
  • Assassin’s Creed Mirage (4K, Máx): 78 fps – resolução nativa sem necessidade de upscaling.
  • Call of Duty: Black Ops (4K, RT, DLSS 4.0): 90 fps – jogabilidade extremamente fluida.
  • Flight Simulator 2024 (4K, Ultra, RT): 55 fps – cenários complexos de cidades e paisagens mantêm estabilidade.

Nos testes de benchmark synthéticos, a pontuação do 3DMark Time Spy Ultra ficou em 19 420, um índice superior a 95 % dos PCs pré‑montados na mesma faixa de preço.

Design e Construção

O gabinete de aço e vidro temperado oferece um visual moderno, com painel lateral que revela o cooler AIO e os módulos de RAM DDR5 com dissipadores de alumínio. A disposição dos cabos é limpa, gração ao gerenciamento interno e aos suportes anti‑vibração das ventoinhas. O painel frontal, com malha de plástico perfurado, permite fluxo de ar sem obstruções.

Refrigeração e Ruído

O sistema de líquido all‑in‑one de 360 mm mantém o Core Ultra 9 285K a 68 °C em cargas de stress de 30 minutos, enquanto a RTX 5090 não ultrapassa 70 °C mesmo com a GPU em 100 % de uso. As três ventoinhas de 120 mm operam a ~1 400 rpm em modo silencioso, produzindo cerca de 30 dB(A) – nível perceptível apenas em ambientes de extremo silêncio.

Conectividade e Expansão

  • Portas USB 3.2 Gen 2 (10 Gbps) x 2, USB 2.0 x 4, USB4 (40 Gbps) x 1.
  • Rede Ethernet 2.5 Gb integrada e Wi‑Fi 6E (2×2 MIMO).
  • Bluetooth 5.4 para periféricos sem fio.
  • Slots M.2 adicionais (PCIe 4.0) e quatro portas SATA 6 Gb/s para HDDs ou SSDs.
  • Slots PCIe 5.0 x 16 e x 1, permitir upgrades futuros de GPU ou de placa de captura.

Preço e Custo‑Benefício

Embora o preço final beire os R$ 24.999,00 (em promoções frequentes), o conjunto de componentes premium e a performance que supera a maioria dos concorrentes na mesma faixa torna o PC Gamer Pichau Highflyer uma opção justificável para quem busca menos de um ano de upgrades.

Conclusão

O Pichau Highflyer entrega exatamente o que promete: um sistema de alta performance pronto para 4K, com ray tracing e DLSS avançados, refrigerado de forma eficiente e com excelente capacidade de expansão. O design bem pensado, a construção sólida e a conectividade abundante complementam o conjunto, transformando o PC em uma solução completa para gamers entusiastas, criadores de conteúdo e até mesmo profissionais que precisam de renderização rápida.

Se você está à procura de um desktop que não será gargalo nos próximos três ou quatro anos, o Highflyer deve figurar no topo da sua lista de prioridades.